Em Foco

Globalização em DII

Já existem diversas associações de doenças inflamató­rias intestinais espalhadas por vários países do ­mundo. Ao mesmo tempo em que uma associação acompanha os trabalhos da outra, ainda que à distância, todas torcem e se ajudam mutuamente. O objetivo comum ­dessas associações é desenvolver pesquisas que levem à cura do Crohn e da Colite Ulcerativa e trocar “figurinhas” sobre suas experiências. Numa edição do fim de 2005 da revista da EFCCA, Federação Européia das Asso­ciações de Crohn e Colite Ulcerativa, por exemplo, a ABCD foi citada como uma Associação interessada em ajudar pacientes, seus familiares e médicos, difundindo conhecimento sobre a doença de Crohn e a colite ulcerativa, além de informações sobre os tratamentos indicados. A nota se refere até aos simpósios promovidos pela ABCD e faz um convite para uma visita ao site www.abcd.org.br . “É fundamental que se faça uma Federação Mundial de Associações de Doenças Inflama­tórias Intestinais para que todas elas interajam mais entre si”, diz o Dr. Flavio Steinwurz, gastroenterologista e pre­si­dente da ABCD. “A sede dessa Federação deveria ser nos Estados Unidos, ao lado da CCFA, a Fundação Americana de Crohn e Colite Ulcerativa, que é muito bem administrada e dispõe de recursos financeiros”, completa o Dr. Steinwurz.

Acompanhamento de perto


O ano de 2005 foi muito produtivo para a ABCD, tanto para a sua sede, em São Paulo, quanto para suas regionais espalhadas pelo Brasil. Diversos encontros com pacientes associados e especialistas foram promovi­dos para divulgar informações sobre as doenças inflamatórias intestinais. Seja com a realização de palestras, cujos temas sempre tinham a ver com a DII, seja com reuniões de grupo entre os pacientes e psicólogos ou nutricionistas, todos os profissionais envolvidos com a ABCD tiveram excelentes oportunidades para ­transmitir conhecimento e informação. Veja o quadro:

ABCD
Palestra
Reuniões de Grupo
São Paulo (Sede)   40 reuniões de grupo, sendo que são 3 grupos de Crohn, 1 de colite
ulcerativa e 1 de adoles- centes com psicóloga e nutricionista
Florianópolis Foram realizadas 9 palestras no Auditório da ACM, a Ass. Catarinense de Medicina  
Maringá Reuniões bimestrais de grupo com a psicóloga  
Porto Alegre 4 encontros com palestras
4 reuniões de grupo com a psicóloga e uma reunião com a nutricionista
Rio de Janeiro Palestras acontecem a cada dois meses
Reuniões de grupo mensais com a psicó-loga e nutricionista
São José dos Campos 5 reuniões entre os coordenadores da clínica 5 reuniões de grupo mensais desde que foi
inaugurada em agosto de 2005
Belo Horizonte Aconteceram 6 encontros para palestras, com um público médio de 35 pacientes e seus familiares  
Curitiba 6 encontros com palestras com público médio de 30 participantes